Neste final de semana meus netos dormiram aqui em casa para que seus pais pudessem conhecer na prática como funcionava uma "VIRADA CULTURAL" em São Paulo.
Resumindo ... se decepcionaram com o comportamento e a realidade cultural do nosso povo.
Por outro lado, aconteceu o oposto comigo. Me diverti com os meus pequeninos.
Henrique de quatro anos me falou: Vó, nossa mãe vai esconder chocolate no mato para eu achar!
Ri muito porque percebi que para ele "já era" essa estória de coelhinho.
Antecipei a páscoa deles, indo ao mercado após o almoço e por um lapso de memória nem me lembrei que os pais deles também adorariam essa sobremesa.
Santa cabecinha ... paciência, já foi
segunda-feira, 18 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
DECISÃO
As vezes demoramos muito para tomar uma decisão. Aliás, não é as vezes, mas sempre!
Decisão é uma coisa para corajosos, porque existem duas vertentes e são as mais enigmáticas da vida. Sempre a mesma pergunta: Vai dar certo? E se não der?
Quando dá certo ficamos pensando porque não fizemos antes?
O pior é que o tempo vai passando... vai passando.
Houve tempo em minha vida que esperei muito por decisões e atitudes, até que descobri duas coisas:
-EU É QUE TENHO QUE TOMAR E NÃO ESPERAR DE ALGUÉM.
-EU SOU CORAJOSA PORQUE REALIZEI O QUE QUIS E AINDA VOU REALIZAR.
Poderia ainda estar pensando: - Eu preciso fazer isto ou aquilo.
Ô perda de tempo! Vai ficar no "preciso" a vida inteira.O momento é agora!
É só pensar um pouquinho e ver que nem tudo envolve dinheiro, mas vamos adiando... adiando... adiando sem saber que junto de uma realização, chega uma enorme satisfação e um delicioso sentimento de dever cumprido.
Decisão é uma coisa para corajosos, porque existem duas vertentes e são as mais enigmáticas da vida. Sempre a mesma pergunta: Vai dar certo? E se não der?
Quando dá certo ficamos pensando porque não fizemos antes?
O pior é que o tempo vai passando... vai passando.
Houve tempo em minha vida que esperei muito por decisões e atitudes, até que descobri duas coisas:
-EU É QUE TENHO QUE TOMAR E NÃO ESPERAR DE ALGUÉM.
-EU SOU CORAJOSA PORQUE REALIZEI O QUE QUIS E AINDA VOU REALIZAR.
Poderia ainda estar pensando: - Eu preciso fazer isto ou aquilo.
Ô perda de tempo! Vai ficar no "preciso" a vida inteira.O momento é agora!
É só pensar um pouquinho e ver que nem tudo envolve dinheiro, mas vamos adiando... adiando... adiando sem saber que junto de uma realização, chega uma enorme satisfação e um delicioso sentimento de dever cumprido.
quarta-feira, 23 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
O ALEPH
Oi? Heim? O que é isso?
Está bem, está bem! É o último livro lançado do místico Paulo Coelho.
Mas o que significa Aleph?
Paulo Coelho sabe e você pode saber também!
Após ter lido seu livro, deixo aqui a mensagem que ele passa e que vale a pena divulgar:
-É possível desviar-se do caminho que Deus traçou?
-Sim, mas é sempre um erro.
-É possível evitar a dor?
-Sim, mas você jamais aprenderá alguma coisa.
-É póssível conhecer as coisas, sem verdadeiramente experimentá-las?
-Sim, mas elas nunca farão realmente parte de você.
Está bem, está bem! É o último livro lançado do místico Paulo Coelho.
Mas o que significa Aleph?
Paulo Coelho sabe e você pode saber também!
Após ter lido seu livro, deixo aqui a mensagem que ele passa e que vale a pena divulgar:
-É possível desviar-se do caminho que Deus traçou?
-Sim, mas é sempre um erro.
-É possível evitar a dor?
-Sim, mas você jamais aprenderá alguma coisa.
-É póssível conhecer as coisas, sem verdadeiramente experimentá-las?
-Sim, mas elas nunca farão realmente parte de você.
sexta-feira, 11 de março de 2011
O PODER DAS PALAVRAS
Já imaginou como é maravilhoso possuir a faculdade de expressar nossas idéias por meio de sons? A importância de poder se manifestar verbalmente?
Desde nosso nascimento somos guiados por ela. Depende dos ouvidos: Seguir para a direita ou esquerda.
Palavras pronunciadas com doce sabor acalmam o vivente numa situação conflitante; ameniza uma tristeza mas também ela pode ser uma perversa opositora e destruidora de um ideal imaginário.
Palavras tem o poder de calar a boca de alguém insensível mas também ela pode não se achar e sair do fundinho do coração em forma de um riozinho de água salgada que vem lavando a face dos sensíveis.
Há momento em que a palavra não é necessária e a sua mudez pode derrubar um gigante, no bom sentido; Pode dar um tapinha com "luvas de pelica"; A comunicação pode acontecer através de um olhar recriminando ou aprovando... enfim é essencial uma comunicação e a história da construção da Torre de Babel comprova muito bem.
Palavra por ser tão importante é a primeira coisa que se aprende quando nasce!E adivinha qual é essa palavrinha? (NÃO) Acho que é a primeira rejeição também.
Desde nosso nascimento somos guiados por ela. Depende dos ouvidos: Seguir para a direita ou esquerda.
Palavras pronunciadas com doce sabor acalmam o vivente numa situação conflitante; ameniza uma tristeza mas também ela pode ser uma perversa opositora e destruidora de um ideal imaginário.
Palavras tem o poder de calar a boca de alguém insensível mas também ela pode não se achar e sair do fundinho do coração em forma de um riozinho de água salgada que vem lavando a face dos sensíveis.
Há momento em que a palavra não é necessária e a sua mudez pode derrubar um gigante, no bom sentido; Pode dar um tapinha com "luvas de pelica"; A comunicação pode acontecer através de um olhar recriminando ou aprovando... enfim é essencial uma comunicação e a história da construção da Torre de Babel comprova muito bem.
Palavra por ser tão importante é a primeira coisa que se aprende quando nasce!E adivinha qual é essa palavrinha? (NÃO) Acho que é a primeira rejeição também.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
CADA MACACO NO SEU GALHO
Já ouviu falar isso? Achei um jeitinho de conceituá-lo. Veja só:
Duvido que você já não viu numa festa, rodinhas de homens, jovens, mulheres que por sua vez se agrupam também por idade, fumantes, mães com filhos pequeninos, doenças ... e por aí vai! Cada um se sentindo bem no seu galho. Mas que "diacho" de reunião é essa? Eu já digo que é fragmentos de reunião.
Falando em galhos que é o tema, será que na floresta Amazônica há galhos suficientes para acomodar nossos políticos em sua maioria? os reis do petróleo? os Mubaraks? os Gaddafis? Bom... caso estejam apertados ainda temos a nossa Mata Atlântica. Que festa maravilhosa heim? Trinta, quarenta anos festejando de galho em galho, comemorando a mesma coisa?
Quando as "tribos" não são iguais geralmente há um tipo de conflito e se você não for suficientemente inteligente vai "cair do cavalo" ou melhor: Do galho.
Eu não acho legal, mas está difícil sair fora desse estigma que deu nome a este texto.
Duvido que você já não viu numa festa, rodinhas de homens, jovens, mulheres que por sua vez se agrupam também por idade, fumantes, mães com filhos pequeninos, doenças ... e por aí vai! Cada um se sentindo bem no seu galho. Mas que "diacho" de reunião é essa? Eu já digo que é fragmentos de reunião.
Falando em galhos que é o tema, será que na floresta Amazônica há galhos suficientes para acomodar nossos políticos em sua maioria? os reis do petróleo? os Mubaraks? os Gaddafis? Bom... caso estejam apertados ainda temos a nossa Mata Atlântica. Que festa maravilhosa heim? Trinta, quarenta anos festejando de galho em galho, comemorando a mesma coisa?
Quando as "tribos" não são iguais geralmente há um tipo de conflito e se você não for suficientemente inteligente vai "cair do cavalo" ou melhor: Do galho.
Eu não acho legal, mas está difícil sair fora desse estigma que deu nome a este texto.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
ELIAS, MEU PAI
Meu pai faleceu aos 61 anos de idade, vítima de um infarto fulminante do miocárdio.
Não tenho muitas lembranças dele de quando eu era criança mas algumas ainda permanecem.
Meu pai teve uma educação repressora, formal e não se transformou nem um pouco ao nos educar; Hoje eu sei que era a forma de demonstrar o amor que tinha por nós.
Achava lindo as pontas de lápis que ele fazia. Um dia após apontar um, ele falou:
- Vamos ver como ficou.
Pegou um papel e começou a escrever o nosso alfabeto em letras tipo bastão e pediu para eu ir repetindo. Assim chegamos até a letra Z.
Eu não tinha idade para frequentar escola mas sabia que aquilo fazia parte do processo e achava ele um gênio. Sempre gostei de escrever com letras de forma e desse jeito não tem como esquecê-lo.
Uma lembrança que me vergonha: Quando cursei o antigo primário que ia do primeiro ao quarto ano, não existiam canetas esferográficas, eram canetas de pena e nós tínhamos que levar um vidrinho de tinta azul e outro vermelho que se encaixavam nas carteiras num lugarzinho especial para eles. O "maior barato" era um tal de mataborrão que usávamos para secar as letras. Pois é, a primeira vez que fui usar essa caneta foi em casa. Achava a tinta vermelha uma maravilha e queria usar rapidinho, como tudo que quero, então menti dizendo que a professora tinha mandado fazer uma cópia com a tinta vermelha.
E fiiiiiizzzzzzz! Hoje também sei que meu pai sabia dessa mentira vergonhosa e só eu criança me achando muuuuuuito esperta. Babaca mesmo! como toda criança que ainda hoje pensa que sabe mais que os pais.
Não tenho muitas lembranças dele de quando eu era criança mas algumas ainda permanecem.
Meu pai teve uma educação repressora, formal e não se transformou nem um pouco ao nos educar; Hoje eu sei que era a forma de demonstrar o amor que tinha por nós.
Achava lindo as pontas de lápis que ele fazia. Um dia após apontar um, ele falou:
- Vamos ver como ficou.
Pegou um papel e começou a escrever o nosso alfabeto em letras tipo bastão e pediu para eu ir repetindo. Assim chegamos até a letra Z.
Eu não tinha idade para frequentar escola mas sabia que aquilo fazia parte do processo e achava ele um gênio. Sempre gostei de escrever com letras de forma e desse jeito não tem como esquecê-lo.
Uma lembrança que me vergonha: Quando cursei o antigo primário que ia do primeiro ao quarto ano, não existiam canetas esferográficas, eram canetas de pena e nós tínhamos que levar um vidrinho de tinta azul e outro vermelho que se encaixavam nas carteiras num lugarzinho especial para eles. O "maior barato" era um tal de mataborrão que usávamos para secar as letras. Pois é, a primeira vez que fui usar essa caneta foi em casa. Achava a tinta vermelha uma maravilha e queria usar rapidinho, como tudo que quero, então menti dizendo que a professora tinha mandado fazer uma cópia com a tinta vermelha.
E fiiiiiizzzzzzz! Hoje também sei que meu pai sabia dessa mentira vergonhosa e só eu criança me achando muuuuuuito esperta. Babaca mesmo! como toda criança que ainda hoje pensa que sabe mais que os pais.
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